Chuvas no Estado: famílias recebem apoio assistencial e doações em Rolante

- Atualizado em 11/01/2017 às 23:10
Foto: Defesa Civil/Divulgação

As famílias atingidas pela forte chuva que assolou Rolante na última quinta-feira (5) recebem kits de ajuda humanitária e apoio assistencial desde o final de semana. No sábado (7), entrou em funcionamento a Unidade Móvel de Resposta a Desastres da Agência Adra (Adventista de Desenvolvimentos e Recursos Assistenciais).

A central é uma carreta modificada, com três compartimentos: cozinha, lavanderia e sala de atendimento médico e psicológico, também utilizada na coordenação de missões humanitárias.

O apoio é fundamental às famílias diante da perda de bens e prejuízos financeiros provocados pela enxurrada. Desde a instalação da unidade, foram lavados sete mil quilos de roupas, beneficiando mais de 500 famílias. Já na cozinha, foram servidas 2,4 mil refeições.

Solidariedade

Criada com o objetivo de auxiliar os necessitados, a agência Adra está presente em 13 estados brasileiros. Este ano, o Rio Grande do Sul contará com mais uma unidade. A nova regional também atuará em projetos e parcerias para desenvolver as comunidades carentes do Estado. A Defesa Civil trabalha em parceria com a agência para fortalecer o auxílio a municípios atingidos por eventos meteorológicos.

Defesa Civil

Temporais, com chuvas intensas e ventos fortes, causaram enxurradas, destelhamentos, entre outros diversos transtornos em localidades do RS.

Praticamente todo o Estado foi atingido, algumas cidades em especial, como foi o caso de Rolante, tiveram mais prejuízos e, neste momento, recebem todo suporte necessário do Estado. Diferentemente de eventos meteorológicos passados, desta vez, as famílias não ficaram desalojadas ou desabrigadas. No entanto, muitas perderam tudo e, neste momento, trabalham para limpar os espaços e se reestruturar.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul, além da ajuda humanitária, através da entrega de lonas, cestas básicas e materiais de higiene e limpeza, também acompanha os processos burocráticos, a fim de garantir liberação de recursos para reconstrução dos locais danificados. Os técnicos vão até o município e, junto da prefeitura e coordenadoria local, vistoriam áreas atingidas, elaboram laudos, e preenchem a documentação necessária para decretos de Situação de Emergência serem homologados e reconhecidos.

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